Abertura
Ventos, pedra, pavilhões e madeira… Receitas extra ajudam freguesias a fazer obra
A par das verbas provenientes do Orçamento do Estado e das transferências dos municípios, “sempre curtas” face às necessidades, há freguesias que conseguem gerar receitas próprias e, com isso, executar mais a obra. No distrito, são vários os exemplos

“Há freguesias que pagam ao Estado para existir. O que recebem do Fundo de Financiamento das Freguesias [FFF] é menos do que aquilo que pagam de IVA”. O desabafo é de João Pimpão, presidente da Junta das Meirinhas, no concelho de Pombal, e ilustra as dificuldades que as freguesias enfrentam diariamente para fazer com que as suas receitas, provenientes essencialmente do Orçamento do Estado, através do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF), e das transferências dos municípios, “dêem para as despesas”.
Para minimizar esses constrangimentos, há juntas que conseguem gerar receitas próprias, seja pela gestão de baldios, que lhes garante rendas provenientes da concessão desses terrenos para a instalação de parques eólicos ou exploração de pedreiras, por exemplo, seja através da rentabilização de investimentos como pavilhões industriais, parques de campismo ou áreas florestais.
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