Sociedade
Grupo usava crianças e carrinhos de bebé para ocultar produtos furtados
Furtos aconteceram num estabelecimento comercial de Leiria
A PSP deteve, esta segunda-feira, uma jovem de 21 anos de idade pela prática do crime de furto em estabelecimento comercial.
De acordo com a polícia, "os factos ocorreram num estabelecimento comercial de retalho, na cidade de Leiria, onde um grupo composto por quatro adultos e seis menores terá subtraído diversos artigos no valor global de cerca de 500 euros, sem proceder ao respectivo pagamento".
Segundo os elementos recolhidos, "os suspeitos actuavam de forma organizada, deslocando-se pelo interior do supermercado em grupo e recorrendo a carrinhos de bebé, mochilas e sacos para dissimular os artigos furtados. Parte dos bens encontrava-se escondida entre objectos pessoais, vestuário de adulto, roupa de bebé e outros produtos de reduzido valor, numa tentativa de dificultar a sua deteção pelos funcionários do estabelecimento".
"Após ter sido dado o alerta, elementos da Equipa de Intervenção Rápida da PSP de Leiria deslocaram-se de imediato ao local, tendo conseguido intercetar alguns dos suspeitos nas imediações. Durante a intervenção policial foi possível recuperar parte significativa dos artigos furtados, encontrando-se alguns deles na posse da detida", informma a polícia.
"Foi igualmente apurado que outros bens subtraídos foram abandonados estrategicamente pelos suspeitos ao longo do percurso de fuga, tendo sido posteriormente recuperados e apreendidos pela PSP. Após as necessárias diligências processuais, os artigos recuperados foram restituídos ao estabelecimento comercial lesado", prossegue a mesma fonte.
"A mulher detida é já conhecida das autoridades policiais por antecedentes relacionados com crimes contra a propriedade, nomeadamente furtos em estabelecimentos comerciais e furtos de veículos. Os restantes elementos do grupo colocaram-se em fuga antes da chegada dos meios policiais, prosseguindo diligências com vista à sua completa identificação", refere ainda.
"A suspeita foi constituída arguida e presente à autoridade judiciária competente, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, sendo posteriormente restituída à liberdade", relata a PSP.