DEPRESSÃO KRISTIN
Centros de distribuição entregam esperança a quem ficou sem nada
No Pavilhão Nery Capucho, a fila de pessoas que vão recolher o kit de alimentos semanal não pára de aumentar
O trabalho não pára desde os primeiros dias após a tempestade e tem até aumentado. Quem o garante é Sandra Neto, responsável pelo centro de distribuição de bens instalado no Pavilhão Nery Capucho, na Marinha Grande.
Este é um dos locais que, à semelhança do que também acontece em Pombal e Leiria, concentra as ajudas que vêm de todo o País, principalmente de bens alimentares, artigos de higiene e para a casa. Um mês se passou desde a tempestade e a fila que se concentra no pavilhão continua a aumentar.
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