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Actriz da Marinha Grande lança livro sobre perda, resiliência e saúde mental

23 jan 2026 17:00

O que cabe em 35 mm

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Manuela Jorge participou nas produções Jardins Proibidos e Conta-me Como Foi, entre outras
Filipe Ferreira

Textos sobre saúde mental, perda, resiliência e identidade, escritos ao longo dos anos como um registo espontâneo de memórias, emoções e vivências, preenchem as páginas de O que cabe em 35 mm, livro da autoria de Manuela Jorge lançado recentemente através da editora Cordel d’Prata.

Manuela Jorge é natural da Marinha Grande e passou parte da adolescência em Leiria. Trabalha há vários anos como actriz e produtora de cinema e televisão, com projectos também na área da educação artística.

O que cabe em 35 mm surge como um convite à partilha, reflexão e descoberta, em que propõe uma leitura íntima de vários temas, a partir dos altos e baixos da vida. E com uma mensagem: por mais desafiante que seja o caminho, há sempre espaço para recomeços.

Ainda na infância, Manuela Jorge aprendeu piano, mais tarde, na adolescência, dedicou-se à pintura e ao desenho, mas o palco e o teatro sempre a chamaram, levando-a a mudar-se em 2005 para Lisboa, onde estudou na ACT – Escola de Actores e aprofundou conhecimentos na Faculdade de Letras no domínio das Artes do Espectáculo.

Entre as participações em televisão, em que acumula experiência como actriz e produtora, destacam-se as produções Jardins Proibidos, Conta-me Como Foi e Morangos com Açúcar. Esteve também ligada ao programa Cinco para a Meia-Noite e tem percurso no cinema.

Embora natural da Marinha Grande, Manuela Jorge considera o período que viveu em Leiria, durante a adolescência, como determinante para a construção do seu olhar artístico. Lançado em Dezembro, e disponível em livrarias como a Bertrand, a Wook ou a Fnac, O que cabe em 35 mm revela o lado mais sensível e humano da autora.