
Márcio Lopes, docente do Politécnico de Leiria
Itália - Nunca um não foi tão sim
Em plena ascensão da extrema-direita na Europa, pós-Brexit e pré-Trump, Metteo Renzi não poderia ter jogado a sua cartada final, sabendo que existe uma tendência crescente de voto na esquerda radical italiana anti-Europa.
9 dez 2016

Margarida Balseiro Lopes, jurista
Não nos tapem o sol
Se é certo que o apoio à atividade empresarial e à criação de emprego é desejável, a realidade mostra que o mínimo que se exige aos responsáveis políticos é que não dificultem a vida às empresas
9 dez 2016

Francisco J. Mafra, economista
Tempos de Orçamento (II)
Isto quer dizer que qualquer alteração que implique aumento de despesa (e são quase todas), terá que encontrar compensação adequada do lado da receita.
9 dez 2016

Leonel Pontes
Uma ideia estratégica
Novos tempos vieram e toda aquela azáfama se esfumou. Mas, pior que isso, foi que todas aquelas infra-estruturas caíram de obsoletas.
9 dez 2016

Moisés Espírito Santo, sociólogo
Colipo e Leiria
O que é feito dos espólios de Colipo? Dispersaramnos ou voltaram a enterrá-los.
9 dez 2016

João Nazário
Dois Estados dentro de um
Passados dois anos sobre a assinatura do contrato de financiamento para a construção da ETES – Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas - , momento pelo qual se esperou mais de duas décadas, as obras continuam por adjudicar.
9 dez 2016

Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
CULTURA, UNIVER(CIDADE) E (DES)ENVOLVIMENTO – XIV
Politécnicos querem chamar-se Universidades.
7 dez 2016

NINJAS E PRINCESAS: Ricardo Graça
Mais adulto criança, menos criança adulta
E sei que não quero ter um filho adulto que se esqueça de ser criança de vez em quando.
2 dez 2016

João Nazário
Competência
Ser-se professor não é fácil. É uma profissão exigente, que obriga a dominar cientificamente as matérias que se leccionam, a possuir sólidos conhecimentos pedagógicos e a ter competências ao nível da interacção pessoal, nomeadamente inteligên
1 dez 2016

Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
CULTURA, UNIVER(CIDADE) E (DES)ENVOLVIMENTO – XIII
Da transformação do IPLeiria em Universidade e da docência de Marcelo Rebelo de Sousa no Ensino Politécnico
29 nov 2016

Carlos Matos, presidente da Fade in
Imunes às emoções
As gerações mais novas já não ouvem um disco do início ao fim. Muitos, já nem uma canção completa! A culpa não é deles. É do excesso de produção e da quantidade infindável a que, actualmente, temos facilmente acesso.
25 nov 2016

Manuel Gomes, economista
Maus augúrios no horizonte?
Naquela altura, acreditava-se que a economia mundial cresceria indefinidamente, a classe média representaria, progressivamente, o maior segmento da população e aumentaria constantemente os seus rendimentos
25 nov 2016

João Nazário
Isto promete...
Resta saber agora o que se decidirá em Lisboa.
25 nov 2016

João Lázaro, psicólogo clínico e director do TE-ATO
A linha do horizonte
Agora sou um homem sem fé.
25 nov 2016

Amélia do Vale
Nem…
Num desses dias, a tristeza que ainda anda comigo, provocada pela morte de Bruto da Costa, caiu numa espécie de solução saturada.
25 nov 2016

Francisco Freire, investigador
Teorias rurais
A presença de passantes de etnia estrangeira já se nota bastante, assim como o esforço desenvolvido para os entreter com coisas bonitas.
25 nov 2016

Fernando Gonçalves, INTERVIR JÁ – Movimento Cívico
“Uberização”
Nós, tal como os taxistas, nada podemos contra a “uberização” do mundo, em grande parte porque já ninguém quer saber dos problemas alheios nem tão pouco das expectativas dos outros, ainda que legítimas.
25 nov 2016

Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
CULTURA, UNIVER(CIDADE) E (DES)ENVOLVIMENTO – XII
Universidades de Ciências Aplicadas? Para quê? Mais distinções geradoras de desigualdade?
22 nov 2016

Luís Mourão, dramaturgo
Batatas
Ficaram a saber, aqueles que não sabiam, que parte significativa dos norte americanos são xenófobos e racistas, incapazes de ter uma ideia mesmo que vaga do mundo que os rodeia.
17 nov 2016

João Carvalho Santos, professor e investigador
É possível pior?
No fundo, a Europa começou a comercializar pessoas que fogem dos seus países em guerra.
17 nov 2016