Sociedade
Mais alunos e mais vagas preenchidas na Universidade de Leiria e Oeste
Vinte e nove licenciaturas preencheram a totalidade das vagas, destacando-se a Escola Superior de Saúde (ESS), cujos cinco cursos encheram
O número de alunos que entrou na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) na Universidade de Leiria e Oeste (ULO) aumentou 20,3% face aos 1.411 estudantes (número total com os desempates) colocados no ano lectivo 2025/2026.
Concorrendo ainda como Politécnico de Leiria, uma vez que o processo de criação formal da ULO ainda não estava concluído no período de candidaturas, a recém-criada universidade recebeu 1.646 alunos, a que se somam as situações de desempate, num total de 1.697 novos estudantes nas licenciaturas das cinco escolas, para as 1.975 vagas disponíveis. Contas feitas, 85,9% vagas preenchidas, o que compara com 71% em 2025.
Aos estudantes colocados via CNAES vão ainda acrescer os alunos que ingressam nas licenciaturas via concursos especiais, incluindo os internacionais, dos cursos técnicos superiores profissionais (TeSP), das pós-graduações e dos mestrados e doutoramentos, cujas candidaturas estão a decorrer.
Vinte e nove licenciaturas preencheram a totalidade das vagas, destacando-se a Escola Superior de Saúde (ESS), cujos cinco cursos encheram. Carlos Rabadão admite que a transformação em universidade pode ter contribuído para um aumento da procura.
“Estes resultados constituem um primeiro sinal da atractividade da nova universidade e da confiança dos estudantes numa nova instituição com novas oportunidades” com mais oferta formativa e investigação.
O reitor da ULO acrescenta que o aumento também reflecte “a qualidade e diversidade da oferta formativa, a reputação construída pela instituição ao longo de 46 anos, a ligação ao mercado de trabalho e ao território, a forte componente prática da formação e as perspectivas de empregabilidade dos diplomados”.
Carlos Rabadão elogia ainda os “resultados muito positivos” da ESS, uma escola que “investe numa formação de qualidade, diferenciada”.
O reitor acrescenta que os alunos com médias elevadas também escolhem a ULO não só pelos custos e pelas dificuldades de alojamento que hoje existem nas grandes cidades”, mas também porque procuram “formação de qualidade, com forte componente prática e ligação às empresas e ao mercado de trabalho”, algo que a instituição tem construído.
